Aneel reduz preço-teto da tarifa de energia em 2015



Essa página teve 18 visualizações


26/11/2014 - 00:00

A diretoria da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) aprovou a redução para R$ 388,48 por megawatt-hora (MWh) do teto do Preço de Liquidação de Diferenças (PLD) para 2015, ante os R$ 822,83 em vigor neste ano.

A redução deu-se, principalmente, pela mudança da usina termelétrica usada como referência para o cálculo do teto.

A Aneel ainda acatou os pedidos dos agentes do setor e decidiu manter o critério atual de rateio dos custos das termelétricas que geram a um custo acima do teto, a ser pago via Encargo de Serviços do Sistema (ESS). Com a redução do teto do PLD e a expectativa de que as térmicas continuem ligadas, houve no setor o temor de que a conta da ESS poderia se elevar em 2015.

A proposta inicial da Aneel era dividir o encargo apenas com os agentes expostos ao mercado de curto prazo, mas após críticas dos agentes do setor, principalmente durante o processo de audiência pública, a Aneel acabou voltando atrás e mantendo a atual fórmula de rateio, que divide o gasto entre os consumidores.

Em 2014, com o acionamento intenso do parque termelétrico por conta da escassez de chuvas, o PLD atingiu o teto diversas vezes, onerando as empresas expostas ao mercado de curto prazo. Os gastos chegaram a tal montante que o governo intermediou empréstimos bilionários das empresas junto ao setor bancário para fazer frente aos pagamentos no mercado de curto prazo de energia.

Para o diretor-geral da Aneel, Romeu Rufino, a redução do PLD dá mais sustentabilidade ao setor. "O benefício é trazer uma sustentabilidade e um nível de risco mais sob controle, mais fácil de prever e de precificar, deixando uma faixa mais estreita", disse Rufino, lembrando que, além de reduzir o teto do PLD para 2015, a Aneel também elevou seu piso dos atuais R$ 15,62 o MWh para R$ 30,26 por MWh.

Questionado se a redução do preço máximo não dá um sinal de preço errado, em um momento em que setor ainda enfrenta riscos e depende das chuvas para garantir o fornecimento, Rufino disse que o valor aprovado é "intenso o suficiente para estimular o consumo racional".

Segundo ele, o teto de R$ 388,48 ainda está bem acima, por exemplo, da média de custo da energia de cerca de R$ 150 por MWh no mercado cativo residencial.

Sobre a decisão de recuar no rateio do ESS e atender ao pleito dos agentes, Rufino disse que a Aneel entende que o assunto "não estava maduro o suficiente" para ser tratado agora, mas não descartou que eventuais mudanças sejam analisadas futuramente.

Fonte: Terra

12/07/2023 - 09:24
Especialistas defendem novas formas de custeio de sindicatos

Assunto foi debatido em evento sobre os 80 anos da CLT, no Rio

07/02/2023 - 14:40
Técnicos do Sindifiscal/MS apontam que MS deve estreitar relações com a Índia

Análise das exportações de MS aponta que as vendas para Índia em 2022 aumentaram 325% em comparação ao ano passado




Veja mais

Edital de convocação do Conselho Deliberativo

Reunião acontece na quarta-feira (24), às 08h30 por meio de videoconferência.

Receita antecipa liberação do programa do IRPF 2026 para download

Software está disponível desde as 18h na página do Fisco

Equilíbrio fiscal vira palavra de ordem em reunião de Riedel com equipe da Sefaz

Governo aposta em controle de gastos e eficiência para sustentar investimentos e evitar pressão nas contas




Sindicato dos Fiscais Tributários do Estado de Mato Grosso do Sul - SINDIFISCAL/MS

---