Mercado prevê mais inflação e menos crescimento econômico em 2015



Essa página teve 16 visualizações


12/01/2015 - 00:00

As estimativas dos economistas para este ano tiveram nova piora. A previsão para o crescimento da economia caiu, enquanto a estimativa para a inflação teve alta. A pesquisa foi conduzida pelo Banco Central na semana passada com mais de 100 instituições financeiras.

De acordo com o levantamento, divulgado nesta segunda-feira (12), a expectativa dos economistas dos bancos para o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) de 2015 subiu de 6,56% para 6,6% na última semana. Foi a segunda alta seguida do indicador. Para 2016, a previsão ficou estável em 5,7%.

A meta central de inflação para este ano e para 2016 é de 4,5%, com tolerância de dois pontos para mais ou para menos. O teto do sistema de metas, portanto, é de 6,5%. Deste modo, a previsão do mercado para o IPCA neste ano segue acima do teto. Em 2014, a inflação somou 6,41%, o maior valor desde 2011.

Produto Interno Bruto

Para o Produto Interno Bruto (PIB) deste ano, os economistas reduziram a estimativa de alta de 0,5% para 0,4% na última semana – na segunda queda consecutiva. Para 2016, a estimativa de expansão da economia ficou estável em 1,8%.

O PIB é a soma de todos os bens e serviços feitos em território brasileiro, independentemente da nacionalidade de quem os produz, e serve para medir o crescimento da economia.

No fim de outubro, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) informou que a economia brasileira saiu por pouco da recessão técnica no terceiro trimestre de 2014 – quando o Produto Interno Bruto (PIB) cresceu 0,1% na comparação com o trimestre anterior. De janeiro a setembro, a economia teve expansão de 0,2% frente ao mesmo período do ano passado. Já no acumulado em quatro trimestres até setembro, a alta foi de 0,7%.

Taxa de juros

Para a taxa básica de juros da economia brasileira, a Selic, que avançou para 11,75% ao ano no fim do ano passado, a expectativa do mercado para o fim de janeiro permaneceu estável em 12,25% ao ano. Isso quer dizer que os analistas dos bancos esperam alta nos juros de 0,50 ponto percentual ainda neste mês. Para o fechamento de 2015, a estimativa continuou em 12,50% ao ano.

A taxa básica de juros é o principal instrumento do BC para tentar conter pressões inflacionárias. Pelo sistema de metas de inflação brasileiro, o BC tem de calibrar os juros para atingir objetivos pré-determinados. Em 2015 e 2016, a meta central é de 4,5% e o teto é de 6,5%.

Câmbio, balança comercial e investimentos estrangeiros

Nesta edição do relatório Focus, a projeção do mercado financeiro para a taxa de câmbio no fim de 2015 permaneceu em R$ 2,80 por dólar. Para o término de 2016, a previsão dos analistas para a taxa de câmbio avançou de R$ 2,80 para R$ 2,83 por dólar.

A projeção para o resultado da balança comercial (resultado do total de exportações menos as importações) em 2015 permaneceu estável em um superávit de US$ 5 bilhões. Para 2016, a previsão de superávit comercial ficou inalterada em US$ 10 bilhões.

Para este ano, a projeção de entrada de investimentos estrangeiros diretos no Brasil permaneceu em US$ 60 bilhões. Para 2016, a estimativa dos analistas para o aporte ficou estável também em US$ 60 bilhões.

Fonte: G1

12/07/2023 - 09:24
Especialistas defendem novas formas de custeio de sindicatos

Assunto foi debatido em evento sobre os 80 anos da CLT, no Rio

07/02/2023 - 14:40
Técnicos do Sindifiscal/MS apontam que MS deve estreitar relações com a Índia

Análise das exportações de MS aponta que as vendas para Índia em 2022 aumentaram 325% em comparação ao ano passado




Veja mais

Edital de convocação do Conselho Deliberativo

Reunião acontece na quarta-feira (24), às 08h30 por meio de videoconferência.

Receita antecipa liberação do programa do IRPF 2026 para download

Software está disponível desde as 18h na página do Fisco

Equilíbrio fiscal vira palavra de ordem em reunião de Riedel com equipe da Sefaz

Governo aposta em controle de gastos e eficiência para sustentar investimentos e evitar pressão nas contas




Sindicato dos Fiscais Tributários do Estado de Mato Grosso do Sul - SINDIFISCAL/MS

---