Segundo o g1, com a extinção do PIS, da Cofins e do IPI ao fim de 2026, cerca de R$ 40 bilhões em benefícios fiscais deixarão de existir em 2027, o equivalente a 6,5% dos R$ 612,8 bilhões em gastos tributários estimados no orçamento deste ano.
A medida integra a reforma tributária sobre o consumo, que substituirá esses tributos pela Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS) e pelo imposto seletivo.
Embora parte dos incentivos seja extinta, o governo afirma que haverá desoneração total de investimentos e exportações e adoção plena do regime não cumulativo.
O Congresso, por sua vez, manteve mais de R$ 150 bilhões em benefícios, como o Simples Nacional e a Zona Franca de Manaus, além de ampliar isenções para cesta básica e medicamentos e instituir cashback para a população de baixa renda.
A definição da alíquota da CBS, prevista para 2027, considerará tanto a redução de incentivos quanto os novos benefícios aprovados, com estimativas indicando uma carga combinada (CBS e IBS) próxima de 28%.
Fonte: Fenafisco
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