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16/05/2017

ONU piora projeção do PIB brasileiro e prevê alta de 0,1% para 2017

A Organização das Nações Unidas (ONU) prevê que a economia brasileira crescerá apenas 0,1% em 2017, segundo relatório divulgado nesta terça-feira (16) com previsões para a atividade global. Em janeiro, a entidade havia projetado que o PIB do Brasil cresceria 0,6% este ano.

De acordo com o estudo, a recuperação da economia brasileira, assim como a da Rússia, permanece “incipiente”, e o baixo preço das commodities desde meados de 2014 pesou sobre os investimentos em vários países.

América Latina

A entidade também revisou para baixo suas projeções para a América Latina, com crescimento de 1,1% em 2017. Segundo o relatório, a região e o Caribe verão uma modesta recuperação em 2017 e 2018, após dois anos de PIB negativo, citando uma retomada “gradual” de Brasil e Argentina.

Para 2018, a expectativa de crescimento é de 2,5%. “A região continua enfrentando incertezas significantes e riscos contínuos, especialmente relacionados a políticas macroeconômicas nos Estados Unidos e agendas de reformas domésticas”, diz o relatório.

Economia global

A ONU informou, no entanto, que o crescimento econômico global está ganhando força nos últimos seis meses e manteve a previsão de crescimento de 2,7% para o PIB mundial este ano. Para 2018, a expectativa é de alta de 2,9%.

“Enquanto isso marca uma aceleração notável em relação a 2016, o crescimento em várias regiões continua abaixo dos níveis necessários para um progresso rápido rumo a metas de desenvolvimento sustentável”, afirma o relatório.

Outras projeções do Brasil

O Fundo Monetário Internacional (FMI) estimou em abril que neste ano o Brasil sairá da recessão ao crescer 0,2%, e que em 2018, a economia do país terá um desempenho ainda melhor, com elevação de 1,7%, ante previsão de 1,5% em janeiro.

Já o mercado financeiro projeta atualmente um avanço de 0,5% do PIB brasileiro para 2017, segundo o Boletim Focus do Banco Central divulgado na segunda-feira (15). Para 2018, manteve-se a expectativa de alta de 2,50%.

Fonte: G1

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