Após novo rebaixamento, Fazenda diz manter compromisso com ajuste



Essa página teve 48 visualizações


24/02/2016 - 00:00

O Ministério da Fazenda informou nesta quarta-feira (24), por meio de nota, que a decisão das agências de classificação de risco de rebaixar a nota de crédito do Brasil “não atera o comprometimento com o ajuste fiscal” planejado pelo governo Dilma Rousseff.

A nota foi publicada pelo ministério pouco depois da agência Moody’s rebaixar a nota do Brasil, de Baa3 para Ba2, o que tirou o grau de investimento (selo de bom pagador) do país e o colocou na categoria de especulação. A Moody’s é a terceira agência a tomar essa decisão – antes dela, Standard and Poor’s (S&P) e Fitch já haviam rebaixado a nota brasileira.

“O governo reitera que a posição das agências de rating não altera o comprometimento com o ajuste fiscal necessário para a estabilização da trajetória da dívida pública e na perspectiva de recuperação da economia brasileira no médio prazo”, diz a nota do Ministério da Fazenda.

Corte de gastos

No documento, o ministério cita que o governo promoveu em 2015 um corte de R$ 134 bilhões “com a redução de gastos e a recuperação de receitas” e que, para 2016, “o emprenho continua na mesma direção.” Na semana passada, foi anunciado o corte de R$ 23,4 bilhões no Orçamento deste ano.

Fonte: G1

12/07/2023 - 09:24
Especialistas defendem novas formas de custeio de sindicatos

Assunto foi debatido em evento sobre os 80 anos da CLT, no Rio

07/02/2023 - 14:40
Técnicos do Sindifiscal/MS apontam que MS deve estreitar relações com a Índia

Análise das exportações de MS aponta que as vendas para Índia em 2022 aumentaram 325% em comparação ao ano passado




Veja mais

Emendas impositivas dificultam metas orçamentárias de 20 prefeituras em MS

Pesquisa da Confederação Nacional dos Municípios aponta que emendas impositivas dificultam metas orçamentárias

“Dragão brasileiro não é SP, é MS”, diz economista reverenciado no País

Especialista já foi listado entre as 100 pessoas mais influentes do Brasil pela revista Forbes

Vendas no comércio recuam 1,5% em abril, impactadas por combustíveis

Resultado é o pior desde junho de 2022, mostra IBGE




Sindicato dos Fiscais Tributários do Estado de Mato Grosso do Sul - SINDIFISCAL/MS

---