Carne é 'vilã' da inflação pelo terceiro mês, mostra prévia do IPCA



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19/11/2014 - 00:00

A inflação calculada pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo – 15 (IPCA-15) ficou em 0,38% em novembro, segundo dados divulgados nesta quarta-feira (19) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O indicador é considerado uma prévia do IPCA, que é o indicador usado pelo governo para as metas de inflação.

A taxa de novembro é 0,10 ponto percentual inferior à de outubro, quando ficou em 0,48%. No acumulado em 12 meses, o indicador ficou em 6,42%, também abaixo dos 6,62% nos 12 meses até outubro.

Impactos

Pelo terceiro mês seguido, as carnes foram o principal impacto no IPCA-15: com alta de 1,9%, o item foi responsável por 0,05 ponto percentual da taxa de inflação. Outros alimentos também ficaram bem mais caros de um mês para o outro. A batata inglesa, por exemplo, subiu 13,85%, enquanto o tomate ficou 12,12% mais caro.

Em contrapartida, outros alimentos tiveram queda nos preços: cebola (-12,49%), farinha de mandioca (-2,98% e leite longa vida (-2,89%) ficaram mais baratos). Com esses resultados, a inflação dos alimentos ficou em 0,56% no mês, abaixo dos 0,69% de outubro.

Também contribuíram para a taxa de inflação de novembro itens como energia elétrica, que ficou 1,17% mais cara, e aluguel, com alta de 0,62% – responsáveis por 0,03 ponto percentual no IPCA-15 cada um. Com isso, o grupo habitação teve alta de 0,56% em novembro.

A gasolina, que subiu 0,68%, e o conserto de automóvel (+1,68%), por sua vez, foram responsáveis por 0,03 ponto percentual cada, e pressionaram o grupo transportes, que teve alta de 0,2%, apesar da queda nos preços de outros itens como passagem aérea(-2,35%) e ônibus interestadual (-0,50%).

O aumento de 0,68% no preço da gasolina, segundo o IBGE,  refletiu parte do reajuste de 3% que passou a vigorar nas refinarias a partir de 7 de novembro.

Outros 0,03 ponto percentual da taxa do IPCA-15 veio do grupo saúde e cuidados pessoais (de 0,37% em outubro para 0,36% em novembro), influenciado pelo item plano de saúde, que subiu 0,77% no mês.

Fonte: G1

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Sindicato dos Fiscais Tributários do Estado de Mato Grosso do Sul - SINDIFISCAL/MS

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