Inflação do aluguel recua na 2ª prévia de agosto, diz FGV



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18/08/2015 - 00:00

A inflação calculada pelo Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M) recuou na segunda prévia de agosto, segundo dados divulgados nesta terça-feira (18) pela Fundação Getulio Vargas (FGV). O indicador, que é usado para calcular o reajuste da maioria dos contratos de aluguel residencial, ficou em 0,17%, ante 0,71% no mesmo período do mês anterior.

O segundo decêndio do IGP-M compreende o intervalo entre os dias 21 do mês anterior e 10 do mês de referência.

Componentes

Entre os componentes do IGP-M, o Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA) - também chamado de inflação do atacado – passou de 0,76% em julho para 0,01% neste mês.

Os itens que mais contribuíram para esse movimento foram alimentos in natura, cuja taxa passou de 2,05% para -8,16%, minério de ferro (4,41% para -3,63%), bovinos (-0,98% para -2,76%) e leite in natura (1,83% para -1,10%).

Em sentido oposto, houve avanço na soja em grão (4,25% para 5,53%), milho em grão (0,99% para 3,40%), café em grão (-0,15% para 2,05%) e materiais e componentes para a manufatura (de 0,44% para 0,85%).

Houve desaceleração também no Índice de Preços ao Consumidor (IPC) -que é a inflação do varejo-, que passou de 0,56% em julho para 0,27% em agosto, com queda em alimentação (0,81% para 0,19%), com destaque para hortaliças e legumes, cuja taxa passou de 1,51% para -5,65%.

Outros destaques são condomínio residencial (2,34% para 0,39%), roupas (0,47% para -0,30%), medicamentos em geral (0,43% para 0,02%), jogo lotérico (1,58% para 0,00%), tarifa de telefone móvel (0,67% para 0,03%) e serviço de reparo em automóvel (1,10% para 0,26%).

Na outra ponta, ficaram maiores as taxas de passagem aérea (-11,98% para 6,36%) e tarifa de ônibus urbano (-0,20% para 0,32%).

Já a taxa do Índice Nacional de Custo da Construção (INCC) - que mede os preços na construção e tem o menor peso no cálculo do IGP-M – apresentou variação de 0,87%, ante 0,72% no mês anterior.

O índice relativo a materiais, equipamentos e serviços passou de 0,05% para 0,27%. Já o que representa o custo da mão de obra variou de 1,32% para 1,40%.

Fonte: G1

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Sindicato dos Fiscais Tributários do Estado de Mato Grosso do Sul - SINDIFISCAL/MS

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