Prévia da inflação oficial tem maior índice para janeiro desde 2003



Essa página teve 44 visualizações


22/01/2016 - 00:00

No primeiro mês do ano, a inflação brasileira deu sinais de desaceleração, influenciada, principalmente, pelos preços dos alimentos, que subiram menos de dezembro para janeiro. Nesta sexta-feira (22), o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) informou que o Índice de Preços ao Consumidor - Amplo 15 (IPCA-15), considerado uma prévia da inflação oficial, desacelerou de 1,18% para 0,92%.

Apesar de a prévia mostrar que a inflação perdeu força, a taxa de janeiro é a maior desde 2003, quando chegou a 1,98%, de acordo com a pesquisa. Em 12 meses, o indicador acumula alta de 10,74%, bem acima do teto da meta do Banco Central, de 6,5%.

De dezembro de 2015 para janeiro deste ano, a maioria dos grupos de despesa pesquisados pelo IBGE mostrou preços menores. A alta de alimentação e bebidas, por exemplo, que tem o maior peso na inflação do país, perdeu força e passou de 2,02% para 1,67%.

Mesmo tendo desacelerado, alguns produtos continuam custando mais, como a cenoura (23,94%), o tomate (20,19%), a cebola (15,07%) e o feijão carioca (8,95%).

O aumento no preço dos transportes também perdeu força, contribuindo, dessa forma, para a desaceleração do IPC-15. De uma alta de 1,76%, o grupo recuou para 0,87%. A maior influência partiu das passagens aéreas. Depois de subirem 36,54% no final do ano passado, devido às festas, os valores caíram quase 6% em janeiro.

Se não fossem os reajustes nas tarifas de transporte público, a variação de preços do grupo transportes seria ainda menor. Os ônibus urbanos ficaram 1,92% mais caros, os intermunicipais, 2,65%, e os táxis, 1,47%.

Beleza e saúde mais caras

Na contramão da maior parte dos grupos, o de despesas pessoais teve uma taxa maior de um mês para o outro (de 0,56% para 1%). Ficaram mais caros excursões (7,07%), manicure, (2,17%), cigarro (1,51%), cabeleireiro (1,14%) e empregado doméstico (0,77%).

Os preços relativos a saúde também subiram de dezembro para janeiro (de 0,61% para 0,66%), refletindo o aumento nos custos com planos de saúde. 

Comida cara no Ceará

Na análise regional, o maior IPCA-15 partiu de Fortaleza (1,20%), onde os alimentos ficaram 2,28% mais caros. Já em Curitiba a variação ficou em 0,53%, a menor entre todas as regiões pesquisadas pelo IBGE, porque a alta de alimentos foi menor, 0,87%, e ficou abaixo da média nacional (1,67%).

Veja os itens que mais exerceram influência no IPCA-15

Artigos de limpeza (1,84%);

TV, som e informática (1,74%);

Serviços laboratoriais e hospitalares (1,52%);

Plano de saúde (1,06%);

Serviços médicos e dentários (0,94%);

Energia elétrica (0,81%);

Taxa de água e esgoto (0,71%);

Aluguel residencial (0,55%).

Fonte: G1

12/07/2023 - 09:24
Especialistas defendem novas formas de custeio de sindicatos

Assunto foi debatido em evento sobre os 80 anos da CLT, no Rio

07/02/2023 - 14:40
Técnicos do Sindifiscal/MS apontam que MS deve estreitar relações com a Índia

Análise das exportações de MS aponta que as vendas para Índia em 2022 aumentaram 325% em comparação ao ano passado




Veja mais

Emendas impositivas dificultam metas orçamentárias de 20 prefeituras em MS

Pesquisa da Confederação Nacional dos Municípios aponta que emendas impositivas dificultam metas orçamentárias

“Dragão brasileiro não é SP, é MS”, diz economista reverenciado no País

Especialista já foi listado entre as 100 pessoas mais influentes do Brasil pela revista Forbes

Vendas no comércio recuam 1,5% em abril, impactadas por combustíveis

Resultado é o pior desde junho de 2022, mostra IBGE




Sindicato dos Fiscais Tributários do Estado de Mato Grosso do Sul - SINDIFISCAL/MS

---