Tomate, batata e gasolina puxam alta da inflação em novembro, diz FGV



Essa página teve 49 visualizações


01/12/2015 - 00:00

A inflação calculada pelo Índice de Preços ao Consumidor – Semanal (IPC-S) voltou a acelerar no final de novembro, segundo a Fundação Getulio Vargas (FGV), puxada pela alta nos preços do tomate, da batata-inglesa e da gasolina.

O indicador fechou o mês em 1%, acumulando alta de 9,57% no ano, e de 10,39% nos últimos 12 meses. Em outubro, o IPC-S ficara em 0,76%.

Entre os grupos, a maior contribuição para a alta veio dos preços dos alimentos, que subiram em média 1,85% – acima da taxa de 1,58% uma semana antes. Maior influência de alta sobre o IPC-S, o tomate ficou 40,73% mais caro, enquanto a batata-inglesa subiu 40,89%.

Ficaram maiores, ainda, as taxas dos grupos educação (de 0,36% para 0,55%), comunicação (de 0,3% para 0,53%) e habitação (de 0,65% paa 0,66%).

Os preços da gasolina e do etanol – com altas, respectivamente, de 2,67% e 7,96% – também pesaram. Apesar disso, a inflação dos transportes perdeu força, passano de 1,35% para 1,19%.

Também recuaram as taxas dos grupos vestuário (de 0,73% para 0,56%), saúde (de 0,63% para 0,61%) e despesas diversas (de 0,07% para 0,06%).

Fonte: G1

12/07/2023 - 09:24
Especialistas defendem novas formas de custeio de sindicatos

Assunto foi debatido em evento sobre os 80 anos da CLT, no Rio

07/02/2023 - 14:40
Técnicos do Sindifiscal/MS apontam que MS deve estreitar relações com a Índia

Análise das exportações de MS aponta que as vendas para Índia em 2022 aumentaram 325% em comparação ao ano passado




Veja mais

Emendas impositivas dificultam metas orçamentárias de 20 prefeituras em MS

Pesquisa da Confederação Nacional dos Municípios aponta que emendas impositivas dificultam metas orçamentárias

“Dragão brasileiro não é SP, é MS”, diz economista reverenciado no País

Especialista já foi listado entre as 100 pessoas mais influentes do Brasil pela revista Forbes

Vendas no comércio recuam 1,5% em abril, impactadas por combustíveis

Resultado é o pior desde junho de 2022, mostra IBGE




Sindicato dos Fiscais Tributários do Estado de Mato Grosso do Sul - SINDIFISCAL/MS

---